A Quality Plus oferece o Function Point Counting & CFPS Study Guides
que são 3 volumes de pequenos testes teóricos e práticos sobre pontos de função no
estilo do exame CFPS. Esse material é uma compilação da seção "Question of the Week"
que era publicada semanalmente no site.
Acesse http://www.qualityplustech.com/organizations.html.
Outro simulado da prova pode ser encontrado gratuitamente na página da TotalMetrics.
Há também um curso
interativo em CD - "IFPUG Certification Exam Trainer" elaborado por David
Longstreet. Acesse para mais detalhes http://tinyurl.com/oow9l.
PRÁTICAS DE CONTAGEM EM PONTOS DE FUNÇÃO
P.: O que são funções de conversão para a APF e como contá-las?
R.: Muitos termos usados no manual do IFPUG possuem conceitos diferentes ou mais amplos em outros contextos; e para
funções de conversão de dados isto também ocorre. Dos três tipos de contagem de pontos de função (projeto de desenvolvimento, projeto
de melhoria e aplicação), em dois deles (projeto de desenvolvimento e melhoria) o manual destaca explicitamente que as funções
de conversão também devem ser contadas. Estas funções cumprem o papel de trazer dados para a aplicação quando da sua instalação.
Normalmente estes dados são buscados de sistemas legados que a nova aplicação irá substituir ou de versões anteriores da própria
aplicação.
É muito comum as aplicações possuírem funções rotineiras para importação/exportação/conversão de dados. Nesse sentido essas funções
farão parte da própria aplicação, como todas as demais. O que o IFPUG busca enfatizar é que mesmo as funções que serão desenvolvidas
no projeto para serem usadas uma única vez (durante a instalação) e depois destacartadas, devem ser contadas no escopo do projeto.
A forma de contar essas funções é a mesma para todas as funções do projeto; serão funções do tipo transação: entrada externa, consulta
externa ou saída externa.
Por exemplo, um projeto de desenvolvimento irá entregar uma nova aplicação que irá substituir uma aplicação legada. Para que esta
nova aplicação seja instalada e esteja plenamente operacional alguns dados da aplicação legada deverão ser importados. Como não
necessariamente os dados nas duas aplicações estarão estruturados iguais; algumas funções terão que ser desenvolvidas para validar,
copiar e/ou transformar estes dados.
Em geral, as funções de conversão de dados serão entradas externas; pois a principal intenção destes processos é receber dados de
fora da fronteira da aplicação e atualizar suas tabelas (arquivos lógicos internos). A complexidade dessas entradas externas será
dada pelo número de campos recebidos e pela quantidade de arquivos lógicos acessados/gravados. Importante destacar para o
cuidado de não se contar uma única entrada externa como representante de todos os requisitos de conversão de dados.
Grupos de dados distintos podem ter requisitos distintos para a conversão. Por exemplo, para converter dados de
Pedido algumas
regras de negócio deverão ser atendidas. Para converter dados de Cliente, outras regras de negócio estarão presentes. Esta
consideração é válida mesmo que na implementação tudo seja feito por um único programa. O que prevalece é a visão lógica e não a
de implementação.
Outra consideração importante é que os dados dos sistemas legados que serão convertidos para a nova aplicação não devem ser
contados como ALI ou AIE pelo projeto, pois não representam requisitos de armazenamento da nova aplicação.