BOLETIM INFORMATIVO DA FATTO CONSULTORIA E SISTEMAS - NOVEMBRO DE 2005



EVENTOS E NOTÍCIAS

1. CALENDÁRIO DE CURSOS ABERTOS DA FATTO

Veja abaixo o calendário dos cursos programados para os próximos meses:

- Preparação Exame CFPS: SÃO PAULO, 19/11, 26/11 e 03/12;

- Capacitação em APF: BELO HORIZONTE, 21 a 24 de novembro;

- Capacitação em APF: BRASÍLIA, 25 e 26 de novembro;

- Preparação Exame CFPS: RIO DE JANEIRO, 26/11, 03/12 e 10/12;

- Preparação Exame CFPS: BRASÍLIA, 28/11, 03/12 e 10/12;

- Capacitação em APF: SÃO PAULO, 11 e 18 de março de 2006;

- Capacitação em APF: RIO DE JANEIRO, 11 e 18 de março de 2006;

Detalhes em http://www.fattoCS.com.br/.


2. CONFIRMADO O EXAME DE CERTIFICAÇÃO CFPS EM BRASÍLIA, SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO

O IFPUG confirmou a realização do exame nas 3 cidades para o dia 17/12/2005 (sábado). Detalhes como local da prova e horário estão disponíveis em http://www.ifpug.org/certification/sites.htm. As inscrições já estão abertas e a data limite para inscrição é 25 de novembro. As instruções para o exame podem ser consultadas em http://www.bfpug.com.br/ExameCFPS/Exame_CFPS_2005_2.htm.


3. VII SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE MELHORIA DE PROCESSO DE SOFTWARE

O SIMPROS tem o objetivo de disseminar as principais tendências para a melhoria de processo de software no cenário nacional e internacional. O evento será realizado de 21 a 23 de Novembro de 2005, em São Paulo.

Para maiores informações acesse: http://www.simpros.com.br.



LITERATURA RECOMENDADA

Applied Software Measurement
(Capers Jones)


O autor deste livro é referência costumeira quando métricas de software é o assunto. O livro em si tem um objetivo bastante ambicioso: cobrir todos os aspectos gerais e a maioria dos tópicos específicos envolvidos no inicio de um programa corporativo de métricas completo que inclua em seu escopo fatores de produtividade, de qualidade e humanos. A princípio ele não alcança esse objetivo por completo, contudo, o livro é referência para profissionais de qualidade de software, profissionais envolvidos na busca de certificação CMMi, e principalmente para consultores internos e externos de métricas de software. A introdução trata de assuntos diversos como os fatores críticos de sucesso na colocação das atividades de software sob controle, os três tipos de informação necessários à obtenção da visibilidade dos problemas de qualidade e produtividade, a estrutura de um sistema de métricas e os aspectos sociológicos das práticas de medição. Em seguida, ele apresenta um histórico das métricas funcionais e um pequeníssimo guia para utilização de algumas delas, APF incluído. Sem dúvida esta parte é mais bem tratada em livros específicos sobre o assunto. O capítulo 3, com mais de 100 páginas apresenta dados de produtividade e qualidade que hoje podem ser considerados obsoletos. A partir daí vem a parte mais útil do livro após 10 anos de publicação, mais especificamente um guia para que se inicie a medição de qualidade e produtividade e anexos com caso de medição completa de um projeto e uma apresentação executiva. Muito que se encontra no livro pode hoje ser visto em guias mais objetivos como o PSM – pratical software measurement, abordagens baseadas no Goal/Question/Metric ou o CMMi. Contudo ele pode ser considerado ainda leitura obrigatória para quem deseja um background sólido no assunto de métricas de software.




DICA DE PREPARAÇÃO PARA O EXAME CFPS DO IFPUG

Uma das primeiras dúvidas do candidato à certificação é com relação ao tempo de preparação ideal para a prova. Não há um prazo de preparação igual para todos; a variação é muito grande de indivíduo para indivíduo. Se em seu dia a dia o profissional trabalha aplicando a técnica da APF, certamente precisará de menos tempo que outro que o faz apenas de forma esporádica. Logo, quanto mais contagens de pontos de função o candidato fizer, mais consolidados estarão os conceitos da técnica.

Para aqueles profissionais que utilizam softwares ou planilhas de apoio à contagem, atenção para a memorização das fórmulas e tabelas de complexidade e contribuição. Embora os softwares facilitem o trabalho no dia a dia, durante a prova o candidato deverá realizar a contagem manualmente.

Com relação ao material de estudo, o texto de referência mais importante de preparação para a prova é o próprio Manual de Práticas de Contagem, no qual a prova é toda baseada. Não é preciso chegar ao exagero de decorá-lo; mas é importante que ele seja lido atentamente ao menos uma vez durante a etapa de preparação e que não fiquem dúvidas. Algumas questões de prova são baseadas nos seus vários exemplos.

O melhor indicador de preparação do candidato são os exercícios simulados.



PRÁTICAS DE CONTAGEM EM PONTOS DE FUNÇÃO

P.: Quais as orientações para a contagem de arquivos lógicos?

R.: Até a versão 4.1.1 o manual do IFPUG não fornecia muitas diretrizes práticas sobre a contagem das funções do tipo dado (arquivos lógico interno e arquivos de interface externa). Eram fornecidas apenas as definições e conceitos com alguns poucos exemplos. A partir da versão 4.2 foram incorporadas diretrizes mais práticas do que simplesmente tentar enquadrar uma determinada situação à definição fornecida pelo manual.

Até então a maior dificuldade na contagem de funções do tipo dado era diferenciar um Arquivo Lógico de um Tipo de Registro, uma vez que seus conceitos são bem similares:

- Arquivo Lógico: grupo de dados lógicamente relacionados e reconhecido pelo usuário.
- Tipo de Registro: subgrupo de tipos de dados, reconhecido pelo usuário e componente de um arquivo lógico.

As diretrizes de contagem incorporadas ao manual são duas e complementares entre si:

1. Perspectiva das transações que usam os dados

A perspectiva de negócio do usuário quanto aos dados é refletida em como as transações os consultam e/ou atualizam. Deve-se verificar como os processos elementares da aplicação mantêm esses dados. A inclusão e exclusão conjunta de determinado grupo de entidades, assim como também as transações de consulta desses dados, é um forte indicador que esse grupo deve ser considerado um único arquivo lógico. A alteração de dados normalmente está direcionada apenas para uma única entidade; conseqüentemente, ela não é uma orientação efetiva para agrupar entidades.

2. Análise de dependência das entidades

Um arquivo lógico é identificado pela análise da entidade independente em conjunto com todas as suas entidades dependentes. Cada uma das entidades, dependentes ou não, será um tipo de registro considerado na determinação da complexidade desse arquivo lógico.

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Este informativo pode ser lido também através do link http://www.fattocs.com.br/bif2005-11.asp


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