Todos aqueles que já participaram do curso Capacitação em Análise de
Pontos de Função, seja em turmas abertas ou in-company, e tiverem o
interesse em assistí-lo novamente, agora atualizado para a versão 4.2
do CPM, poderão fazê-lo com um desconto de 80% no valor da inscrição.
Esta promoção é válida para as turmas abertas de Brasília e São Paulo.
3. (TERCEIRA EDIÇÃO) ANÁLISE DE PONTOS DE FUNÇÃO: MEDIÇÃO, ESTIMATIVAS
E GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE SOFTWARE
A Editora Érica lançou recentemente a terceira edição do livro sobre a
técnica APF. Esta nova edição foi revisada, atualizada e ampliada. As
revisões e atualizações de conteúdo foram pontuais. De novidade esta
edição traz o capítulo 4 (Funções do Tipo Dado) totalmente reescrito,
agora com mais casos práticos como exemplos.
A publicação no primeiro semestre de 2004 da versão 4.2 do manual do
IFPUG, que é o padrão da técnica de pontos de função ao qual o livro
é aderente, não tornou as edições anteriores (primeira e segunda) do
livro obsoletas. Isto porque desde a primeira edição, o livro já
antecipava o conteúdo que o CPM 4.2 viria a ter, pois o IFPUG
publicou com antecedência em vários documentos a parte o que viria a
ser incorporado ao novo CPM.
4. RESULTADO DO SORTEIO DO LIVRO ANÁLISE DE PONTOS DE FUNÇÃO
O sorteado desta vez foi Rodrigo Lopes Marangoni de Rio Claro-SP. O
próximo sorteio será no dia 01 de abril. Para quem ainda não se
cadastrou e deseja concorrer, basta cadastrar-se no site
http://www.fattoCS.com.br/
PERGUNTA E RESPOSTA
P.: O que é a Análise de Pontos de Função? E o que é Ponto de Função?
R.: Análise de Pontos de Função-APF, ou FPA-Function Point Analysis,
é uma técnica de medição das funcionalidades fornecidas por um
software do ponto de vista de seu usuário. Ponto de função é a
unidade de medida desta técnica que tem por objetivo tornar a medição
independente da tecnologia utilizada para a construção do software.
Ou seja, a APF busca medir o que o software faz, e não como ele foi
construído.
Portanto o processo de medição, ou a contagem de pontos de função,
é baseada em uma avaliação padronizada dos requisitos lógicos do
usuário. Este padrão está descrito pelo IFPUG em seu Manual de
Práticas de Contagem.
Empiricamente as principais técnicas de estimativa de projetos de
desenvolvimento de software assumem que o tamanho de um software é um
vetor importante para a determinação do esforço para sua construção.
Logo, saber o seu tamanho é um dos primeiros passos do processo de
estimativa de esforço, prazo e custo.
Daí é importante destacar que pontos de função não medem diretamente
esforço, produtividade ou custo. É exclusivamente uma medida de
tamanho funcional do software. Este tamanho em conjunto com outras
variáveis é que poderá ser usado para derivar produtividade, estimar
esforço e custo.
P.: O usuário requisitou que um determinado campo de uma tela de
entrada de dados, que possui um domínio de valores estático,
deve passar a aceitar valores adicionais. Por exemplo, um campo de
escolaridade ("nenhuma", "fundamental", "médio", "superior",
"pós-graduação") deve agora permitir também os valores "pós-medio",
"mestrado" e "doutorado". Esta solicitação é possível de ser medida
com a APF?
R.: Neste caso a tela de entrada de dados está compreendida em um
processo elementar, provavelmente uma entrada externa. O campo
"escolaridade" é um tipo de dado deste processo elementar que possui
uma validação específica dos valores que deve aceitar. Esta validação
é uma das lógicas de processamento do processo elementar em questão,
independentemente de como a tela foi construída.
Se o campo "escolaridade" é uma caixa de texto onde o usuário pode
digitar: ("1", "2", "3", "4" e "5"), ("N", "F", "M", "S", "P") ou
qualquer outro domínio de valores convencionado, deve-se validar se
o valor digitado é um valor válido. Mesmo que o campo seja uma caixa
de seleção onde ao usuário é permitida somente a seleção dos valores
específicos, o requisito de validação continua a existir.
Portanto, se houve a alteração de uma das lógicas de processamento
considera-se que houve alteração na funcionalidade e esta deve ser
contada no projeto de melhoria.
Caso a validação do valor entrado no campo escolaridade fosse feita
contra os valores contidos em um arquivo lógico, a lógica de
processamento seria outra: referência a um ALI ou AIE. Neste caso,
bastaria ao usuário incluir estes novos valores no arquivo lógico
que a validação ocorreria de forma natural; sem alteração da
lógica de processamento. Neste caso não há alteração alguma de
funcionalidade e nada a ser medido pelo projeto de melhoria.