2. AULAS AVULSAS DO CURSO PREPARATÓRIO AGORA DISPONÍVEIS
A partir de agora a FATTO flexibilizou a preparação para o exame de
certificação do IFPUG. As pessoas que não podem assistir a todo o curso
preparatório, seja por conflito nas datas agendadas do curso, por não
residir nas cidades onde os cursos serão ministrados ou por limitações
financeiras, poderão inscrever-se em qualquer uma das aulas do curso.
3. VI SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE MELHORIA DE PROCESSO DE SOFTWARE
O SIMPROS tem o objetivo de disseminar as principais tendências para a
melhoria de processo de software no cenário nacional e internacional. O
evento será realizado de 24 a 26 de Novembro de 2004, em São Paulo.
1. RETURN ON SOFTWARE: MAXIMIZING THE RETURN ON YOUR SOFTWARE INVESTMENT - CHAPTER 1
Qualquer organização poderia desempenhar melhor seu trabalho se
possuísse mais pessoas, tempo ou dinheiro. Este é o capítulo exemplo
que discute a necessidade das técnicas e conceitos apresentados neste
livro, sobre como conseguir o máximo de resultados a partir da
utilização dos recursos limitados disponíveis na organização.
2. IT MEASUREMENT: PRACTICAL ADVICE FROM THE EXPERTS - CHAPTER 6:
MEASUREMENT PROGRAM IMPLEMENTATION APPROACHES
Este é um capítulo exemplo de um livro do IFPUG, que discute como
utilizar processos de medição para gerenciar os trabalhos envolvidos na
produção de software.
Nesta edição são abordadas algumas fontes de preparação para o exame.
A principal delas, é o próprio Manual de Práticas de Contagem. Embora
todo o conteúdo da prova seja extraído do Manual, este não aborda nada
referente ao processo de certificação. Daí ser importante buscar
outras fontes de estudo.
Uma alternativa interessante (e gratuita) é ouvir dicas e experiências
de quem já se submeteu à prova nos fóruns de discussão do IFPUG, do
BFPUG e da Quality Plus.
Também no site da Quality Plus existe o "Question of the Week" que são
pequenos testes teóricos e práticos sobre pontos de função. A cada 15
dias há um teste diferente.
Acesse http://www.qualityplustech.com/QOWCurrent.html. Pode-se adquirir
também no site uma publicação com a compilação de todas as questões já
publicadas.
No livro "Function Point Analysis - Measurement Practices for Successful
Software Projects" de David Garmus e David Herron há um capítulo contendo
um simulado do exame de certificação.
O livro "Análise de Pontos de Função: Medição, Estimativas e Gerenciamento
de Projetos de Software" contém um capítulo dedicado ao processo de
certificação do IFPUG e também um simulado.
Outro simulado da prova pode ser encontrado gratuitamente na página da
TotalMetrics (www.totalmetrics.com).
Há também um curso interativo em CD - "IFPUG Certification Exam Trainer"
elaborado por David Longstreet. Acesse para mais detalhes
http://www.softwaremetrics.com/prep.htm.
PRÁTICAS DE CONTAGEM
P.: Como contar o help on-line de um sistema?
R.: O manual do IFPUG (versão 4.2) aborda a questão em um exemplo da
página 1-38 (parte 3). Neste caso é apresentada uma aplicação cuja
finalidade é cadastrar textos de ajuda para telas e campos que são
apresentados por uma outra aplicação (no caso, de recursos humanos).
Então, na perspectiva do sistema de RH, há um arquivo de interface
externa (o próprio arquivo de help) que atende às definições de AIE. E
a apresentação dos textos de help cadastrados é considerada um consulta
externa (CE); sendo que para cada tipo de help existente conta-se uma
CE distinta (help de tela, help de campo, etc).
Em resumo, a funcionalidade de help é contada como um AIE e algumas
poucas CEs. No entanto a questão principal a ser respondida é: o
esforço para a elaboração de um help on-line do sistema tem relação
com estas funcionalidades? Definitivamente não!
A elaboração de um help on-line possui a mesma natureza de uma
atividade de documentação de sistema e, em muitos casos o help on-line
nada mais é do que o próprio manual do usuário do sistema
disponibilizado em meio eletrônico. É certo que nestes casos existem
facilidades de busca maiores que no manual impresso. São estas
funcionalidades que o exemplo do manual do IFPUG está medindo e não o
esforço para desenvolver o conteúdo do help.
Logo, se o objetivo é estimar o esforço referente ao desenvolvimento do
conteúdo do help de uma aplicação, deve-se fazê-lo da mesma forma que
se estimaria o esforço referente a qualquer outra fase do projeto.
Como? Veja http://www.fattocs.com.br/faq.asp#P25
Outra questão que vale citar é: contar um arquivo de help estático
(o que é muito comum) como um ALI ou AIE é "forçar a barra". Considerar
que ele é um ALI de uma ferramenta de authoring também! Seria o mesmo
que contar o próprio arquivo executável da aplicação como um AIE (pois
seria um ALI do compilador. Um absurdo!). Portanto, não havendo arquivo
lógico, não existe consulta externa referente ao help.