BOLETIM INFORMATIVO DA FATTO CONSULTORIA E SISTEMAS - JUNHO DE 2004



EVENTOS E NOTÍCIAS

1. RESULTADO DO SORTEIO DO LIVRO ANÁLISE DE PONTOS DE FUNÇÃO

A sorteada desta vez foi Patrícia Di Cunto Bracco de São Paulo. O próximo sorteio será no dia 15 de Agosto. Para quem ainda não se cadastrou e deseja concorrer, basta cadastrar-se no site http://www.fattoCS.com.br/.


2. CALENDÁRIO DE CURSOS DA FATTO

Consulte na página principal do site da FATTO o calendário dos cursos já programados para o ano de 2004.

Breve serão acrescentadas novas turmas e novos cursos!

Os cursos programados são:

- Capacitação em APF: Porto Alegre, 22 e 23 de junho;
- Capacitação em APF: Vitória, 17 e 24 de julho;
- Capacitação em APF: São Paulo, 21 e 28 de agosto;

Detalhes em http://www.fattoCS.com.br/.


3. EXAME DE CERTIFICAÇÃO CFPS

Todos os exames CFPS de 27 de Junho estão autorizados. A exemplo do ocorrido em Novembro de 2003, as provas serão realizadas em São Paulo, Brasília, Vitória e no Rio de Janeiro. As inscrições foram encerradas em 11 de Junho.

Para maiores informações acesse: http://www.bfpug.com.br/ExameCFPS/Exame_CFPS_2004_1.htm .


4. PUBLICAÇÃO DO CPM 4.2

Foi lançada em Maio a versão 4.2 do CPM. O Manual foi reorganizado para facilitar as consultas e os exemplos foram separados das regras de contagem. Também houve a incorporação de informações adicionais nos seguintes tópicos, já publicadas como Addendums pelo Counting Practices Committee:

- Guidelines for Counting Logical Files;
- FPA in an Enhancement Environment;
- Guidelines for Counting Code Data;
- Guidelines for Counting Shared Data;


O CPM 4.2 pode ser adquirido no site do IFPUG. Lembrando que o download gratuito do documento pode ser realizado na área reservada para membros do IFPUG.


5. 2º ENCONTRO NACIONAL DE PROFISSIONAIS EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS

Esse evento, a ser realizado em 24 e 25 de Junho, tem por objetivo possibilitar a troca de experiências com profissionais que se destacam na área, bem como a discussão sobre as melhores práticas e tendências em gerenciamento de projetos e a análise de casos reais, vivenciados por importantes organizações. O público esperado está em torno de 1.500 profissionais, entre participantes das palestras e painéis e visitantes da exposição.

Para maiores informações acesse: http://www.pmirio.org.br/index2.htm.



RECURSOS

1. USE CASES AND FUNCTION POINTS

Nesse artigo, David Longstreet descreve como é fácil aplicar a análise de pontos de função a casos de uso e como é natural o relacionamento entre ambos.

Para ler o artigo acesse: http://www.softwaremetrics.com/Articles/usecases.htm.

2. BAD ESTIMATES AREN'T WORTH THE RISK

Nesse artigo, Mark R. Durrenberger demonstra uma técnica alternativa simples para melhorar as estimativas de duração e custo baseadas em um valor determinado, que tradicionalmente adicionam riscos novos ao projeto ao invés de evitá-los.

Para ler o artigo acesse: http://www.oakinc.com/pdf/estimates.pdf.



PERGUNTA E RESPOSTA

P.: Como a APF define o termo "Usuário"?

R.: O objetivo dessa questão é esclarecer as diferenças de significados dados ao termo quando empregado na APF e de forma genérica na área da tecnologia da informação, causando confusões frequentes nos usuários da técnica.

Quando se trata da área de tecnologia da informação, de maneira geral, ao mencionarmos o termo "usuário" estamos nos referindo à pessoa que interage ou usa um software.

A análise de pontos de função é um método padrão para medir software do ponto de vista do usuário pela quantificação da funcionalidade fornecida. Nesse âmbito, a aplicação do termo tem um sentido mais genérico. Segundo o Manual de Práticas de Contagem (CPM), usuário é qualquer pessoa que especifica requisitos funcionais para um software e/ou qualquer pessoa ou coisa que se comunica ou interage com o software a qualquer tempo. Nesse sentido, além de uma pessoa, um usuário pode ser um grupo de pessoas que desempenha um papel específico durante sua interação com o software, um departamento, uma outra aplicação ou mesmo um equipamento.

Para a APF, interagir com o software significa enviar dados para a aplicação ou recever dados dela. Com essa abrangência do conceito, a APF pode cumprir com o objetivo de medir a funcionalidade que um usuário solicita e recebe, sendo a aplicação um sistema de informação gerencial ou um software básico, por exemplo.

De acordo com as mais recentes práticas da engenharia de software o conceito que melhor define o termo usuário é o de um ator de um caso de uso: qualquer pessoa e/ou coisa que interage com o sistema e espera um resultado de valor observável produzido pela execução de um ou vários casos de uso.



QUESTÕES DE CONTAGEM

Esta edição inaugura uma nova seção de nosso Boletim, visando discutir questões práticas encontradas no dia a dia da contagem de pontos de função.

P.: Como tratar operações de login nas contagens utilizando APF?

R.: As discussões em torno desse assunto começam pela decisão entre considerar ou não o login como um processo elementar do projeto de desenvolvimento, de melhoria ou da aplicação sendo contada. De fato, o que deve ser lembrado para tratar essa questão é que caso o login não seja um processo elementar da contagem, ele deverá contribuir em cada um dos processos elementares da aplicação com seus possíveis tipos de dados (usuário e senha) e arquivos referenciados (usuários, perfil, autorização, etc). Deve ser lembrado também que o login não será contado caso a aplicação apenas realize uma chamada a um procedimento de um sistema corporativo de segurança, pois neste caso ele deve ser tratado como um comando, já que ele faz parte da fronteira de outra aplicação.

Outra discussão que surge quando falamos de login é como classificar o processo elementar caso ele seja considerado como tal: uma Entrada Externa (EE) ou uma Consulta Externa (CE)/Saída Externa (SE). Se assumirmos como principal intenção o fato de que um login altera o comportamento do sistema, pois a partir desse momento a aplicação sabe quem está logado, podemos considerá-lo uma EE. Por outro lado, se assumirmos que a principal intenção do login é consultar se um usuário deve ou não entrar no sistema, ele será considerado uma CE, ou até mesmo uma SE, caso a senha seja criptografada (uso de fórmulas matemáticas) ou mantenha um ou mais ALIs (registro de data/hora do acesso, contador de acessos, etc).

Vale lembrar também que uma restrição de acesso para transações particulares é tratada como uma característica de segurança da aplicação e é considerada na característica geral ‘Processamento Complexo’, assim influenciando o cálculo do fator de ajuste da aplicação.

Portanto, para resolver questões como essa, basta que seja feito um acordo entre cliente/fornecedor a fim de alinhar essas discussões antes de se finalizar uma contagem.

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Este informativo pode ser lido também através do link http://www.fattocs.com.br/bif2004-06.asp


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