BOLETIM INFORMATIVO DA FATTO CONSULTORIA E SISTEMAS - OUTUBRO DE 2003
EVENTOS E NOTÍCIAS
1. RESULTADO DO SORTEIO DA APOSTILA DE ANÁLISE DE PONTOS DE FUNÇÃO
O sorteado do mês passado é de Niterói-RJ: Júlio Tadeu Sobral Barbosa.
O próximo sorteio será no dia 30 de outubro.
Para quem ainda não se cadastrou e deseja concorrer basta
cadastrar-se no site
http://www.fattoCS.com.br/.
2. ALTERAÇÕES NO SORTEIO DA APOSTILA DE APF
Após o sorteio do dia 30/10, os sorteios serão bimestrais e o novo
objeto de sorteio será o livro "Análise de Pontos de Função:
Medição, Estimativas e Gerenciamento de Projetos de Software", lançado
recentemente.
O livro é o único em português e o segundo livro no mundo atualizado
para versão mais recente do padrão definido pelo IFPUG.
Quem se cadastrou para o sorteio da apostila continuará concorrendo
automaticamente para o sorteio do livro, sem necessidade de novo
cadastramento.
3. CURSOS ABERTOS DA FATTO EM SÃO PAULO
Últimos dias para inscrições nos cursos Capacitação em Análise de
Pontos de Função (20 e 21 de outubro) e Workshop de Preparação
para o Exame CFPS (dias 22/10, 27/10 e 03/11).
O curso de preparação para certificação da FATTO tem garantia exclusiva:
caso o participante do curso não seja aprovado no exame do IFPUG
poderá assistir outra edição do curso isento de nova taxa de inscrição!
Os participantes dos cursos receberão um exemplar do livro
"Análise de Pontos de Função: Medição, Estimativas e Gerenciamento
de Projetos de Software" lançado este mês.
4. V SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE MELHORIA DE PROCESSO DE SOFTWARE
De 3 a 5 de Novembro será realizado em Recife-PE a quinta edição do
Simpósio Internacional de Melhoria de Processo de Software. Nesta
edição a FATTO participará com uma apresentação de trabalho:
"Aplicações da APF em Contratos de Desenvolvimento de Software".
O Mind Mapping é uma técnica de estruturação não-lienar de idéias,
surgida na década de 70 e cujo propósito principal é a rápida
compreensão de um determinado assunto e a eficiência em sua memorização,
pela organização das informações no mesmo formato em que são
processadas pelo cérebro.
Com o intuito de estimular o aprendizado da Análise de Pontos de Função
e servir como mais uma ferramenta de estudo para aqueles interessados
no processo de certificação, elaboramos um mapa mental (Mind Map) com
os principais conceitos envolvidos na técnica da APF.
Para ler o mapa mental da APF, acesse
http://www.fattoCS.com.br/ no
link Recursos.
A prova é dividida em três seções (definições, aplicação de regras e
estudo de caso) cuja taxa de acerto para aprovação deve ser de 90%,
sendo que em cada uma das seções o candidato deve ter um aproveitamento
mínimo de 80%.
Cada candidato recebe para consulta uma cópia do Manual de Práticas de
Contagem que deve ser devolvido ao final da prova. Também podem ser
utilizados para consulta cartões de referência produzidos pelo IFPUG ou
de empresas que ministrem treinamentos em pontos de função.
É aconselhável levar um cartão de referência, pois ajuda a poupar um
tempo precioso da prova. A FATTO fornece gratuitamente seu cartão de
referência que pode ser solicitado em
http://www.fattoCS.com.br/cartao.asp.
Além de lápis, caneta e borracha também é permitido ao candidato levar
calculadoras simples (fundamental para agilizar algumas respostas), um
dicionário de tradução e marcadores adesivos.
O exame possui uma duração de 3 horas. Entretanto o exame promovido
pelo BFPUG, além do idioma inglês, oferece a opção da prova no idioma
português. Neste caso, sua duração é de 3,5 horas. A justificativa para
o tempo adicional é de que o manual fornecido para a consulta está em
inglês.
Não é permitido ao candidato levar o formulário de questões para casa
como ocorre em geral nos vestibulares. Logo, deve-se aguardar o
resultado da prova; que demora de 4 a 6 semanas para ser publicado.
Para os candidatos reprovados o IFPUG informa a taxa de acerto em cada
seção da prova. Os aprovados recebem um certificado informando que o
IFPUG reconhece-o como um especialista certificado em pontos de função
(CFPS).
P.: Quais questões devem ser respondidas para se utilizar pontos
de função de forma efetiva?
R.: As pessoas querem usar pontos de função para medir a produtividade
de novos projetos de desenvolvimento, a quantidade de pessoal de
suporte necessário para o portfólio de aplicações existentes e a
produtividade de projetos de melhoria. Contudo, existem alguns outros
aspectos relevantes que cada organização deve atender. Estes estão além
do escopo do manual de práticas de contagem do IFPUG.
O IFPUG tem um procedimento documentado para medir pontos de função de
projetos de desenvolvimento. Contudo, este procedimento deixa inúmeras
questões sem resposta. A forma pela qual estas questões são respondidas
pode ter um tremendo impacto na forma como a produtividade é medida.
Seguem algumas destas questões:
· Existem várias questões referentes ao escopo do projeto. Treinamento
está no escopo do projeto? Conversão?
· Problemas de Requisitos medem a quantidade de retrabalho resultante
de uma especificação falha. É comum haver substancial esforço de
desenvolvimento despendido e então descartado em função de mal
entendimento de requisitos. Pontos de Função de Projetos de
Desenvolvimento não medem isto.
· É comum haver dúvidas quanto às contribuições das pessoas para o
projeto são medidas. Quando especialistas no assunto são entrevistados
para o levantamento de requisitos, o seu tempo normalmente não é
contabilizado no orçamento do projeto. Contudo, o que ocorre quando
eles fazem testes ou mesmo desenvolvem?
· Quando o mesmo programa é implementado para vários grupos de
usuários, algumas pessoas tendem a contar duas vezes os pontos de
função. Isto é fração de um assunto muito mais amplo de reutilização.
E pode ser complicado de medir.
· Algumas pessoas consideram os pontos de função de pacotes de software
que elas apenas instalam. Este é outro aspecto a ser avaliado quanto à
reutilização. O IFPUG não oferece nenhuma orientação.
O tamanho é utilizado para prever a quantidade de programadores para
manutenção que uma organização necessitará utilizar. Capers Jones disse
que um profissional deste tipo de profissional deveria ser responsável
por manter entre 500 a 1500 (ou mais) pontos de função. Muitas pessoas
buscam por um número mágico como este. Contudo, os seguintes fatores
tornam difícil esta previsão:
· A volatilidade das aplicações suportadas é um fator crítico. Se uma
aplicação passa por muita mudança, então será necessário alocar mais
programadores. Isto não é um problema se este esforço estiver alinhado
com o valor que a aplicação representa para a organização.
· O portfólio de aplicações muda durante o ano. É comum ele mudar
radicalmente quando se inicia um outsourcing, e consequentemente deve
ser levado em consideração.
· As organizações frequentemente tem definições relativas à manutenção,
melhoria e desenvolvimento. Por exemplo, alguns consideram uma grande
melhoria ser um novo desenvolvimento. Deve-se tomar cuidado para
garantir que cada projeto esta sendo medido de forma precisa.