BOLETIM INFORMATIVO DA FATTO CONSULTORIA E SISTEMAS - FEVEREIRO DE 2003
EVENTOS E NOTÍCIAS
1. GANHE UMA APOSTILA DE ANÁLISE DE PONTOS DE FUNÇÃO
A FATTO sorteará todo final de mês uma cópia da apostila do
curso de Capacitação em Análise de Pontos de Função. Para concorrer
basta cadastrar-se no site
http://www.fattoCS.com.br/.
2. ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O EXAME DE CERTIFICAÇÃO DO IFPUG
Dia 22 de Janeiro foram abertas as inscrições para o exame de
certificação de especialistas em pontos de função (CFPS). O prazo de
inscrição é até o dia 28 de Fevereiro. O exame será realizado dia 15
de Março simultaneamente em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. As
informações estão disponíveis no site do BFPUG
http://www.bfpug.com.br/.
3. SOFTWARE ENGINEERING PROCESS GROUP CONFERENCE (SEPG'2003)
De 24 a 27 de Fevereiro será realizada em Boston-EUA a 15ª conferência
do SEPG, patrocinada pelo Software Engineering Institute (SEI), que
apresenta uma perspectiva global de melhoria de processos contemplando:
- desenvolvimento de produtos de qualidade dentro do prazo e orçamento;
- estabelecimento e manutenção de esforços contínuos de melhoria;
- alinhamento estratégico das organizações com os líderes de mercado.
Veja mais em
http://www.sei.cmu.edu/sepg/main.htm.
ARTIGOS
1. SOFTWARE BY THE NUMBERS: AN AERIAL VIEW OF THE SOFTWARE METRICS LANDSCAPE
Este artigo de Michael Mah e Lawrence Putnam destaca a importância de
métricas para o desenvolvimento de software, propõe um conjunto mínimo
e inicial de métricas: duração, esforço, tamanho e defeitos. Discute
também alternativas a pontos de função com relação a tamanho e alerta
para os problemas ao se estabelecer relações lineares entre essas
métricas. Leia em
http://www.qsm.com/aerialview.html.
LINKS
1. GERÊNCIA EFETIVA DE SOFTWARE ATRAVÉS DE MÉTRICAS
Este é o site oficial do comitê ISO responsável pela padronização na
área da engenharia de software, cujo grupo de trabalho WG12 está a
cargo da definição do padrão de medição de tamanho funcional
(FSM - Functional Size Measurement). Recentemente a técnica da análise
de pontos de função do IFPUG tornou-se um dos métodos padrão deste
modelo (ISO/IEC 20926). Acesse
http://www.jtc1-sc7.org/.
DICA DE PREPARAÇÃO PARA O EXAME CFPS
O tempo disponível para a prova é muito escasso. Portanto não convém
demorar muito nas questões de múltipla escolha pois a resolução do
estudo de caso é demorada. Uma sugestão é usar meia hora na primeira
seção da prova, uma hora na segunda seção e o restante do tempo para
estudo de caso e revisão, se possível. Embora o manual esteja
disponível para consulta, convém não perder tempo folheando-o. O ideal
é levar para a prova um cartão de referência com as definições mais
importantes, as tabelas, as fórmulas e as características gerais.
A simples memorização das tabelas de complexidade e contribuição
economiza um tempo precioso.
É possível ser aprovado sem conseguir terminar todas as questões; logo
deve-se manter a calma e a concentração na prova mesmo que o tempo
esteja terminando. Deve-se evitar pular questões; o ideal é responder a
todas e deixar para voltar depois naquelas em que houveram dúvidas. As
questões polêmicas da técnica são evitadas no exame.
A FATTO deseja a todos uma boa prova e sucesso!
PERGUNTA E RESPOSTA
P.: O que é backfiring? Qual sua aplicação?
R.: Retomando o gancho do último boletim, backfiring consiste em
relacionar quantas linhas de código em determinada linguagem de
programação são necessárias para implementar um ponto de função.
Durante um bom tempo a SPR, empresa de Capers Jones, publicou com
acesso livre uma tabela com várias linguagens de programação e o
correspondente número de linhas de código equivalentes a um ponto
de função.
Aparentemente é uma idéia com bastante apelo, uma vez que a contagem
de linhas de código pode ser feita através de ferramentas automáticas
e consequentemente o número de pontos de função poderia ser derivado
de imediato.
Entretanto esta técnica apresenta erros consideráveis quando
confrontada com uma contagem manual dos pontos de função de uma
aplicação. Isto porque assume uma relação linear entre tamanho
funcional (em pontos de função) e o tamanho do programa em linhas de
código.
Outros aspecto é que não há consenso nas diferentes organizações que
publicam estas relações. Os números apresentados podem divergir em
até 100%!
Tais fatos reduzem bastante (se não invalidam) a aplicação desta técnica
no contexto das empresas interessadas em métricas.