BOLETIM INFORMATIVO DA FATTO CONSULTORIA E SISTEMAS - OUTUBRO DE 2002
EVENTOS E NOTÍCIAS
1. EXAME CFPS EM MARÇO DE 2003
O BFPUG já definiu a data que ocorrerá o próximo exame do IFPUG para a
certificação de novos especialistas em pontos de função (CFPS), será no
dia 29/03/2003. A definição do local ocorrerá em função de uma pesquisa
a ser realizada entre os interessados. Para responder à pesquisa acesse
http://www.bfpug.com.br/pesquisa/CFPS03.htm.
2. "CAPACITAÇÃO EM ANÁLISE DE PONTOS DE FUNÇÃO" EM BELO HORIZONTE - MG
Dias 25 e 26 de Outubro acontecerá mais um treinamento em Análise de
Pontos de Função promovido pela FATTO. Mais informações sobre o curso
podem ser obtidas em
http://www.fattoCS.com.br/.
As inscrições ainda estão abertas.
Se você não possui disponibilidade para assistir ao curso em BH,
cadastre-se em nossa lista de interesse para que possamos agendar os
próximos cursos com maior conveniência para você.
ARTIGOS
1. GERENCIAMENTO DE SUBCONTRATAÇÃO COM O RUP
Apesar de ter seu foco no Rational Unified Process, este artigo traz
boas orientações a respeito do gerenciamento de subcontratações em
projetos de desenvolvimento de software, mesmo para aqueles não
familiarizados com o RUP. Os conceitos sobre artefato equivalente e
cenário de subcontratação, somados às diversas modalidades contratuais
apresentadas, definem os riscos da prática de subcontratação e os
benefícios que podem ser alcançados com as diversas estratégias.
Leia o artigo em
http://www.rational.com/media/worldwide/brazil/GerenciamentoDeSubcontratacao.pdf.
2. DIMENSIONAMENTO DE PROJETOS "WEB-ENABLING"
A utilização de sistemas legados através da Web tem freqüentemente se
apresentado como uma alternativa atraente no atendimento da demanda crescente
de distribuir serviços através de novos canais utilizando as tecnologias da
Internet. Neste artigo são feitas várias considerações práticas sobre a
aplicação da Análise de Pontos de Função em projetos desta natureza. Leia o
artigo na seção Downloads de
http://www.fattoCS.com.br/.
LINKS
1. FERRAMENTA FREEWARE PARA A CONTAGEM DE PONTOS DE FUNÇÃO
A ferramenta APF - Análise de Pontos de Função foi construída para dar
suporte à contagem de pontos de função de aplicativos e projetos de
sistemas. Ela está em conformidade com a metodologia de contagem prevista
no Manual de Práticas de Contagens, versão 4.1, do IFPUG. Possui manual e
help on-line.
Faça o download em
http://www.ivanmecenas.ecn.br/apf.htm.
2. TESTE SEUS CONHECIMENTOS DE FPA
Toda semana são colocadas várias questões teóricas e práticas sobre
a Análise de Pontos de Função no site da Quality Plus Technologies.
A Quality Plus é a empresa da Carol Dekkers, ex-presidente do IFPUG.
Acesse
http://www.qualityplustech.com/QOWCurrent.html.
PERGUNTA E RESPOSTA
P: Duas funções, significativamente distintas no esforço
de implementação, são dimensionadas com o mesmo número de pontos de
função. Tal constatação não tira muito do valor da FPA?
R: O Ponto de Função mede o tamanho funcional do software e não o
esforço envolvido em sua concepção e construção. Quanto maior a
linearidade encontrada entre o tamanho funcional e este esforço,
ou seja, a produtividade, maior o valor prático da medida obtida.
Quanto mais linear for esta relação, mais facilmente podem ser
extrapoladas outras medidas a partir do tamanho funcional, como o
custo e o esforço por exemplo.
Se observarmos em um nível micro, na avaliação do dimensionamento de duas
transações pontuais, sem dúvida o potencial de desvio na produtividade
auferida é alto, mas na medida que expandimos esta amostragem percebemos
que as situações extremas se compensam e, em média, podemos observar uma
maior linearidade na relação entre o esforço e o tamanho funcional.
Vamos pensar em algumas métricas alternativas ao ponto de função avaliando
o impacto destas considerações sobre estas métricas, por exemplo, Linhas de
Código. Na organização como um todo, ou mesmo em um projeto específico,
também existem situações em que a contagem do número de linhas de código não
estará diretamente relacionada ao esforço envolvido na especificação,
documentação e testes dos mesmos. Ou seja, existem dois projetos, com
diferentes requisitos de qualidade ou maior demanda na especificação, onde
apesar de um deles ser mais "complexo" e requerer maior esforço de
desenvolvimento o software resultante possui menos linhas de código que o outro.
Isto sem falar nas várias outras limitações inerentes à métrica de LOC.